PremieRpet® anuncia linha de produtos cage-free

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PremieR Seleção Natural Chia&Quinoa: inovação no mercado de pet food.
Alimentos para cães e gatos da linha PremieR Seleção Natural passam a ser fabricados com ovos provenientes de galinhas livres de gaiolas. A começar por um lançamento no sabor Chia&QuinoaEspecialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos, a PremieRpet® anuncia mais uma inovação no segmento: a partir de agora todos os alimentos da linha de produtos PremieR Seleção Natural passam a ser fabricados com ovos de galinhas livres de gaiolas (cage-free) em sua formulação. A novidade chega com o lançamento PremieR Seleção Natural Chia&Quinoa, nas opções Cães Adultos e Cães Adultos Raças Pequenas, que este mês começam a ganhar as prateleiras dos pet shops em todo o país.“A adesão à filosofia cage-free representa mais um passo no compromisso da PremieRpet® com o bem-estar animal e a alta qualidade nos insumos. Somos a primeira empresa do segmento de pet food no Brasil a adotar essa prática e estamos certos de que a liderança nessa iniciativa atende e fortalece nossos preceitos de respeito aos animais e práticas mais naturais de produção”, afirma Cristiana F. Ferreira Pontieri, diretora de desenvolvimento de produto da PremieRpet®.Segundo o diretor de marketing de produtos e trade marketing da empresa, Fernando Jun Suzuki, o cage-free agrega mais um importante diferencial para toda a linha PremieR Seleção Natural, que contém a exclusiva fonte de proteína Korin e já atende consumidores exigentes com relação ao uso de ingredientes oriundos de criações que consideram práticas diferenciadas em relação ao bem-estar animal. A linha também é livre de transgênicos, corantes, aromatizantes, priorizando somente ingredientes de alto valor nutricional em sua composição. Além disso não contém glúten, atendendo animais que apresentam sensibilidade ao ingrediente. “Todas essas características fazem da linha de produtos PremieR Seleção Natural algo único no mercado pet brasileiro”, destaca o executivo.Cage-freeO sistema de produção cage-free dispensa qualquer tipo de confinamento em gaiolas, respeitando as condições para o bem-estar animal, pois permite que as galinhas possam se movimentar e desenvolver seu comportamento natural. De acordo com informações da Humane Society International (HSI), uma das maiores organizações globais de proteção animal,  que forneceu consultoria sobre o tema para aPremieRpet®, o modelo livre resulta em galinhas mais saudáveis e ovos com cascas mais resistentes. Enquanto há uma extensa quantidade de evidências científicas que confirmam que aves confinadas em gaiolas em bateria sofrem imensamente*.O cage-free é um avanço e uma tendência mundial que conquista adesão de consumidores cada vez mais exigentes com relação à escolha de produtos e também de grandes empresas preocupadas em oferecer produtos com responsabilidade. O movimento ainda é tímido no Brasil se comparado com lugares como a Europa, mas aos poucos vem se estruturando. Na França, por exemplo, a venda de ovos frescos produzidos por aves em sistemas que utilizam gaiolas será proibida a partir de 2022.

Ainda segundo a HSI, o uso das gaiolas em bateria convencionais para galinhas poedeiras é proibido ou está em fase de eliminação em toda a União Europeia, Nova Zelândia, em sete estados norte-americanos e no Butão. A Índia, terceiro maior produtor mundial de ovos, declarou que o uso de gaiolas em bateria fere a legislação federal de bem-estar animal e, recentemente, a suprema corte do País determinou que novos investimentos só poderão ser feitos em sistemas livres de gaiolas.
Um estudo conduzido pelo Instituto Akatu, especializado em consumo sustentável no Brasil, observou que os consumidores se preocupam com a maneira com que os animais são tratados na produção de alimentos, e que quase 90% dos brasileiros preferem comprar produtos que não foram produzidos com crueldade animal. “Estes são nossos consumidores, com quem compartilhamos propósitos e a quem buscamos atender cada vez mais e melhor”, conclui Suzuki.* O que são gaiolas em bateria?No Brasil e em toda a América Latina, a maioria das galinhas poedeiras é confinada em gaiolas de arame tão pequenas que elas não podem nem mesmo esticar suas asas completamente. Cada gaiola em bateria aloja de cinco a dez galinhas poedeiras, onde cada galinha tem um espaço menor do que o de uma folha de papel A4 ou um iPad para passar toda a sua vida. Galinhas em gaiolas não podem executar muitos dos seus comportamentos naturais, que são importantes para a espécie, como fazer ninhos, tomar banhos de areia, empoleirar-se e forragear. Elas também são severamente restringidas no que se refere aos movimentos que podem realizar, o que resulta em anormalidades físicas devido à falta de exercício. Uma extensa quantidade de evidências científicas confirma que aves confinadas em gaiolas sofrem imensamente.”Praticamente todos os aspectos do comportamento das galinhas são impedidos por gaiolas em bateria: o comportamento social, o comportamento de nidificação, a capacidade de mover e bater as asas, tomar banhos de areia, necessidade de espaço, ciscar em busca de alimentos, fazer exercício, bicar objetos no chão… O problema mais óbvio é a falta de exercício e de movimento natural. Quando criadas em sistemas com acesso a áreas externas, as galinhas andam bastante. O comportamento de bater as asas, que é comum em animais criados soltos, também é impedido em gaiolas. O comportamento de conforto, como alongar os membros e
alisar as penas, é igualmente impedido. Pesquisas têm confirmado o que o senso comum já sabia – animais feitos para se mover devem se mover.” – Dr. Bernard Rollin, da Universidade Estadual do Colorado.Fonte: Humane Society International – www.hsi.org 

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