Grupo Petz/Seres promove vacinação contra raiva em domicílio em agosto

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Campanha exclusiva visa a ampliar conscientização da prevenção da doença em cães e gatos e garantir a segurança dos tutores com a opção do Zero Contato 

O mês de agosto marca o período da campanha de vacinação contra raiva, uma doença grave que atinge os animais e os seres humanos. Com o objetivo de incentivar a prevenção da raiva, o Grupo Petz, maior rede de pet shops do Brasil em número de lojas, irá disponibilizar em todas as unidades (Centros Veterinários Seres e Petz) a vacina antirrábica para cães e gatos. E, pensando no bem-estar, conforto e segurança tanto dos pets quanto dos tutores, quem preferir pode optar pelo Zero Contato, que inclusive permite a vacinação em domicílio. 

A opção Zero Contato permite que os tutores possam deixar seus pets numa unidade da Petz que conte com o serviço de vacinação sem nenhuma interação física; o veterinário pega o pet no carro, leva para vacinação e devolve após o procedimento. Caso o tutor não se sinta à vontade, é permitido acompanhar o procedimento, seguindo as regras de prevenção estabelecidas pelo Ministério da Saúde. 

“Nesse período de restrição de contato social, priorizamos sempre a segurança e praticidade para pets e tutores. O Centro Veterinário Seres está preparado para receber você e seu pet de estimação com todo conforto, zelando pelo bem-estar animal e pela tranquilidade dos responsáveis”, afirma a Dra. Valéria Correa, Diretora Técnica da Petz e do Centro Veterinário Seres. 

A vacina será ministrada em condições especiais para todos os clientes Petz e demais interessados. Não é necessário agendar horários, basta se dirigir às lojas que disponham de Centros Veterinários Seres e Petz. 

A vacina 

Uma das principais vacinas, a antirrábica imuniza o pet contra a raiva canina. A doença é uma zoonose grave que ataca o sistema nervoso central. Seus sintomas são agressividade, falta de coordenação motora e salivação excessiva. A doença é transmitida através da mordida de animais infectados e é fatal tanto para cachorros quanto para seres humanos. Assim, a vacinação anual é obrigatória e auxilia no controle da doença. 

A vacina antirrábica deve ser tomada a partir de 12 semanas de vida tanto para cães quanto para gatos, de acordo com orientação do veterinário. Depois disso, deve ser reforçada anualmente, respeitando o calendário de vacinação. É administrada em uma dose única inicial com reforço anual. Para os bichanos adultos, a aplicação pode ocorrer junto da última dose da polivalente. 

Vale destacar que atualmente a raiva em humanos foi praticamente erradicada no Brasil. É de vital importância administrar a vacina antirrábica nos pets, para garantir que ela continue sendo rara. 

Quais os sintomas comuns? 

Nos pets, a raiva provoca comportamento agressivo (por isso o nome da doença), dilatação das pupilas, hipersalivação, dificuldade para engolir, irritação, alterações na forma de andar natural, contrações e espasmos musculares faciais e paralisia dos membros. A enfermidade não tem cura e pode levar a vítima – animal ou humano – ao óbito em menos de sete dias. 

Quando levar ao veterinário? 

Mantenha visitas regulares ao médico veterinário e caso observe algum comportamento incomum no seu pet, consulte logo o especialista de sua confiança. “É fundamental realizar consultas rotineiras com seu médico veterinário, não apenas quando se tem uma doença. O profissional veterinário tem papel primordial para prevenir a doença, cuidando da saúde e bem-estar do animal”, comenta a Dra. Valéria. 

Como evitar? 

– Mantenha o animal em casa sob sua vigilância e, quando sair para passear, use coleira e guia, evitando contato com outros animais desconhecidos;
– Evite fazer carinho ou ter contato com cães e gatos desconhecidos para evitar um possível ataque;
– Caso dê o azar de ser mordido ou arranhado por um cão ou gato, lave imediatamente o local com água e sabão e procure orientação médica na unidade de saúde mais próxima o quanto antes;
– Para os felinos, fique atento com as saídas noturnas para locais abertos e próximos a lugares altos, como telhados e árvores – isso ajuda a evitar o contato com morcegos, que também podem ser portadores da doença.
– A raiva tem poucos casos registrados no Brasil nos últimos anos, porém as zonas rurais, por exemplo, podem apresentar maior probabilidade de terem morcegos e outros animais infectados, o que potencializa a transmissão da raiva ao seu pet. Assim, evite que seu familiar de quatro patas tenha contato com esses animais transmissores.

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